quinta-feira, 9 de abril de 2009

"Foi onde um dia eu tive 20 anos"

Nussa... Como a vida é maluca!
Assisti ao filme "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" pela primeira, e até então, única vez em 2004. Achei o filme massacrante, chato e sem gracinha mesmo: Dormi como um bebê! Até babei no sofá de meu amigo.
No fim de semana passado, tive que reassisti-lo por questões profissionais. Agora fez todo o sentido pra mim. Principalmente a parte que o Joel tem que se "livrar" das coisas que lembravam a Clementine. Mas acho que isso é mais comum que imagino.
Depois, reassisti "Hiroshima, mon amour", outro filme do qual eu não lembrava de seu impacto sobre mim. Renais (sem quer ficar teorizando) trabalha com o lance da memória de uma maneira absurda.
Quando no lembramos de algumas coisas bem velhas, essas coisas ficam mais próximas e nós mais novos...
Sei que o que escrevo aqui não faz sentido nenhum, nem bem redigido está, mas é o que (mesmo indo e voltando pra lugar nenhum) eu estou sentido.
A vida é assim:
Temos amigos que deveriamos ter como amigos.
Pessoas que não são nossos amigos, nem nunca serão.
E outros que só a cordialidade vale por qualquer amizade.